CORUMBÁ

DADOS

O município de Corumbá está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Pantanais Sul-Mato-Grossenses (Microrregião do Baixo Pantanal), próxima da fronteira com a Bolívia, à beira do rio Paraguai. O município é também ponto de parada da ligação ferroviária entre o Brasil e a Bolívia, sendo a última cidade brasileira antes do território boliviano, do qual se separa por fronteira seca. Corumbá abrange 60% do Pantanal sul-mato-grossense, 37% do Pantanal brasileiro, 30% DO Pantanal sul-americano e algo em torno de 10% do Chaco sul-americano. Sendo assim, considerada a capital do pantanal e a principal cidade às margens do rio Paraguai depois de Assunção, no Paraguai. Dentro do município está localizada a cidade de Ladário, que faz divisa apenas com Corumbá. Localiza-se na latitude de 19º00??32? Sul e longitude de 57°39??10? Oeste. Distâncias:

420 km da capital estadual (Campo Grande)

1 445 km da capital federal (Brasília)

Dados

População 2012 - 104.912 Área da unidade territorial (Km²) - 64.962,720 Densidade demográfica (hab/Km²) - 1,60 Gentílico ?? corumbaense

Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,77 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)

Padroeira: Nossa Senhora da Candelária

LOCALIZAÇÃO


HISTÓRICO

Segundo alguns historiadores, teriam sido os espanhóis os primeiros a visitarem o território do atual Município. Assim é que Juan Ayolas e seu sucessor Domingos Martínez de Irala, entre 1537 e 1538, Álvarez Cabeza de Vaca e, em 1547, novamente Irala, agora em demanda dos Andes, estiveram nas terras do futuro Corumbá.

 

Até fins do século XVIII as fronteiras das possessões portuguesas e espanholas eram mal definidas Disso aproveitou-se o capitão Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres para, após a violação de tratado de limites pelos espanhóis em 1774, garantir a posse de grande parte da margem direita do rio Paraguai e da esquerda do Guaporé, expandindo o território da Capitania sob seu governo. A 13 de setembro de 1775 lança os fundamentos do porto de Coimbra, cria no ano seguinte o forte Príncipe da Beira e manda ocupar, em 21 de setembro de 1778, o local que hoje constitui a cidade, denominando-o de N. Srª da Conceição de Albuquerque.

 

Em 1853, por decreto imperial, o porto de Corumbá foi habilitado para o comércio, sendo dotado de Mesa de Rendas. A Alfândega é instalada em 1861.

 

Durante a guerra com o Paraguai, Corumbá foi teatro de algumas batalhas. A 28 de dezembro de 1864 apresentou-se diante do Forte de Coimbra o coronel paraguaio Vicente Barrios, com três mil homens embarcados, iniciando o ataque. O tenente-coronel Hermenegildo de Albuquerque Porto Carreiro, com 157 homens, opôs resistência aos invasores, sustentando luta por 2 dias, findos os quais se retirou para Corumbá. A 2 de janeiro de 1865, a guarnição militar evacua a cidade, seguindo para Cuiabá. Somente dois anos depois, aos 13 de junho, é retomada pelos homens comandados pelo tenente-coronel Antônio Maria Coelho. A Alfândega que tinha interrompido seu funcionamento desde aquele ano, devido a ocupação paraguaia, só volta à atividade em 1872, ano em que é fundado 0 Arsenal de Marinha do Ladário. A imprensa local nasce em 1877, com a edição de "O Iniciador".

 

Corumbá torna-se cidade em 15 de novembro de 1878. Novas perspectives são abertas ao progresso local, quando, a 3 de maio de 1908, é iniciada a construção da Estrada de Ferro Itapura-Corumbá, com o lançamento da pedra fundamental na Estação de Porto Esperança e sua conclusão em 1914. Atualmente é parte da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

 

Formação Administrativa

 

O distrito de Corumbá foi criado por Lei provincial n.º 4, de 19 de abril de 1838.

 

Em 5 de julho de 1850 a Lei provincial n.º 12 deu-lhe autonomia política com sede na povoação de Albuquerque, e pela Lei n.º 6, de 11 de novembro de 1869, perdeu a categoria de Município.

 

A sua restauração coube à Lei provincial n.º 7 de 7 de outubro de 1871, sendo constituído com território desmembrado do de Cuiabá, e reinstalado em 14 de maio de 1872.

 

Foi elevado à categoria de cidade pela Lei provincial n.º 525, de 15 de novembro de 1878.

 

O Município sofreu várias modificações no seu quadro administrativo, ora perdendo ora ganhando território. Pelo Decreto-Lei estadual n.º 145, de 29 de março de 1938, ficou constituído dos seguintes distritos: Corumbá, Albuquerque, Amolar, Ladário, Morcego, Nhecolândia e Porto Esperança até 1943, quando sofreu alteração apenas no topônimo dos distritos de Morcêgo e Nhecolândia, que passaram a denominar-se Santa Rosa e Mercedes, respectivamente.

 

Pelo Decreto-Lei federal n.º 5.839, de 21 de setembro de 1943, o Município de Corumbá perdeu o distrito de Porto Esperança, desmembrado para constituir o novo Município deste nome, do Território de Ponta Porã. Extinto o Território, pelo artigo 8.º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, de 18 de setembro de 1946, volta o distrito de Porto Esperança a integrar o Município de Corumbá, com o mesmo topônimo.

 

Pela Lei n.º 679, de 11 de dezembro de 1953, perdeu o distrito de Ladário que se constituiu em Município. No mesmo ano houve reformulação administrativa, surgindo o distrito de Coimbra, em 17 de dezembro.

 

Atualmente é constituído dos distritos de Corumbá, Albuquerque, Amolar, Coimbra, Nhecolândia (ex-Mercedes), Paiaguás (amigo Santa Rosa) e Porto Esperança.

 

A comarca foi criada em 21 de maio de 1873, pela Lei n.º 1 e instalada em 19 de fevereiro do ano seguinte.

ECONOMIA

Situada na margem esquerda do Rio Paraguai e na fronteira entre Brasil, Paraguai e Bolívia, Corumbá é considerada o primeiro polo de desenvolvimento da região e, por abrigar 60% do território pantaneiro, recebeu o título de Capital do Pantanal, além de ser a principal e mais importante zona urbana da região alagada. Também é o maior município em extensão territorial de Mato Grosso do Sul e o mais populoso centro urbano fronteiriço do Norte e Centro-Oeste do Brasil.

 

A cidade sempre foi estratégica regionalmente para a entrada das mercadorias européias e sua localização, depois da serra de Albuquerque (que termina no Pantanal ao sul), no último trecho facilmente navegável do Rio Paraguai para embarcações de grande porte. Essa característica garantiu um rápido e rico crescimento entre o fim do século XIX e começo do século XX, quando a borracha da Amazônia passou também a ser exportada por aqui.

 

Corumbá é a terceira cidade mais importante do Estado em termos econômicos e em população (depois de Campo Grande e Dourados), e a primeira em cultura. Constitui o mais importante porto do Estado e um dos mais importantes portos fluviais do Brasil e do mundo. ? o centro de uma conurbação com mais três cidades: Ladário, Puerto Suarez e Puerto Quijarro (as duas últimas na Bolívia). Com isso, existe uma rede urbana de cerca de 150 mil pessoas, sendo atendida por dois aeroportos: Corumbá e Puerto Suárez.

 

Em 2008, alcançou a condição de principal exportador de Mato Grosso do Sul e foi considerada a cidade mais dinâmica do Estado e a 86ª dentre as 300 mais dinâmicas de todo o País, conforme o Atlas do Mercado Brasileiro 2008, da Gazeta Mercantil. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Corumbá possui um Produto Interno Bruto de mais de R$ 2 bilhões, o terceiro maior do Estado e entre os 200 primeiros colocados em âmbito nacional.

 

Indústria e mineração

 

Apesar de o setor industrial ser incipiente, a arrecadação gerada por ele supera os setores de pecuária e agricultura. Na indústria de transformação, é representativa a produção de cimento, calcário, laticínios e os estaleiros. Segundo o IBGE, Corumbá tem 98 indústrias de transformação, os principais ramos são: indústria extrativa, entreposto de pescado, frigorífico de bovinos, produção de cimento, produção de concreto, calcário, mineradoras, metalúrgica, produtos alimentícios, minerais não metálicos, editorial e gráfica, madeira, perfumaria, sabões e velas, álcool etílico e vinagre.

 

Outra atividade industrial importante é a extração mineral (ferro e manganês, além de calcário e areia para a fabricação de cimento). Devido à natureza de suas rochas, o Maciço do Urucum possui grandes reservas minerais, com destaque para o manganês (maior reserva do Brasil) e o ferro (terceira maior do Brasil). A exploração começou em 1930.

 

O manganês é extraído das minas subterrâneas do Maciço do Urucum e o ferro de reservas a céu aberto. As minas de manganês estão entre as maiores do mundo, estimadas em 30 milhões de toneladas. Corumbá também é a maior produtora dos seguintes minérios: dolomito, cristal de rocha, areia, argila, água mineral, calcita ótica e industrial, cobre e mármore.

PODER LEGISLATIVO

Dr. Sabatel

-

PSD

Cristina Lanza

-

PT

Buxexa Amaral

-

PHS

Marcelo Iunes

-

PSD

Evander

-

PP

Ronaldo da Saúde

-

PT

Machado

-

PT

Luciano Costa

-

PT

Salatiel

-

PDT

Yussef

-

PDT

Rogério Candia

-

PMDB

Roberto Façanha

-

PMDB

Mohamad

-

DEM

Tadeu Vieira

-

PDT

Pastor Joao L. Martins

-

PP

PODER EXECUTIVO

Prefeito - Paulo Roberto Duarte (PT) 

Vice - Márcia Raquel Rolon (PT)

Endereço: Rua Gabriel V. Barros, 1, Dom Bosco Cep: 79300900 Telefone: (67) 3234 ?? 3400

Data de Emancipação: 05/07/1850

TURISMO

Conhecida como Cidade Branca por conta da cor clara do solo, rico em calcário, a cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, é um dos principais destinos turísticos do Estado procurado pelos visitantes por conta do turismo, pescaria e da preservação e belezas naturais do Pantanal.

 

O destino turístico é considerado o principal portal para o Pantanal. Muitos turistas estrangeiros e também brasileiros encontram no local, animais e plantas raras em suas regiões e aproveitam para realizar as atividades de contemplação da natureza e safári fotográfico.

 

Mais do que belezas naturais e animais exóticos, a cidade tem sua história, arte e pontos turísticos que valem a pena ser conhecidos pelos visitantes. Confira abaixo os principais pontos turísticos de Corumbá (MS):

 

Forte Coimbra - Localizado numa área de difícil acesso (apenas de avião ou barco) foi construído em 1775 para defender o território brasileiro contra as invasões espanholas. Foi cenário também de batalhas na época da Guerra do Paraguai. Tombado em 1975 hoje cedia a artilharia de costa da 18º Brigada de Infantaria de Fronteira do Exército.

 

Rio Paraguai - Margeado por árvores é navegável em quase toda a sua extensão. Ideal para a pesca e passeios fotográficos.

 

Casa da Escultora - Na casa das Artes Izulina Xavier estão expostos artesanatos confeccionados em pó de pedra e concreto, cerâmica e entalhes de madeira. Está aberta entre as 8 e às 17hs, durante a semana.

 

Igreja Nossa Senhora da Candelária - Inaugurada com solenidade em 1877 , a igreja localizada em frente a Praça da República tem em seu altar um brasão da Coroa portuguesa.

 

Santuário Mª Auxiliadora - No Santuário está a escultura de madeira de lei construída na década de 50 pelo artista plástico Burgoso, amigo de Pablo Picasso, que viveu em Corumbá e deixou inúmeras obras de madeira e gesso. Funciona na Rua Dom Aquino Correia das 13hs às 20hs.

 

Casa do Massa-Barro - Foi criada para incentivar a arte em cerâmica. Seus artistas são crianças e adolescentes que modelam a flora e animais Pantaneiros com argila.

Cacimba da Saúde - Próximo a Casa do Massa Barro existe um minadouro de água gelada e transparente. Sua nascente exibe o leite de pedras na qual é formada. Há quem diga que suas águas são medicinais. Ali revela um lugar onde meninos do local se encontravam para brincar e se banhar naquele lago. Hoje, temos um portal que se abre para o Parque da Cacimba, inaugurado em junho de 2003.

 

Casa do Artesão - No prédio que até os anos 70 funcionava a cadeia pública, pode se encontrar artesanato em couro, madeira e cerâmica, feitos por artesãos da região, além do artesanato indígena. Sem falar dos mais deliciosos licores caseiros. Não existem registros da construção do prédio, apenas de sua primeira restauração (1893). A casa foi fundada em 1975 e teve as celas transformadas em lojas comerciais ou locais de produção.

 

Praça da República - O local que foi cenário da batalha final da retomada de Corumbá em 1867 tem um obelisco feito em mármore em homenagem aos heróis da Guerra do Paraguai.

 

Instituto Luiz de Albuquerque - No museu pode se encontrar animais empalhados, peças de várias tribos indígenas da região, sessões de artes plásticas e de artesanato em couro e barro, utensílios usados nas fazendas centenárias, objetos pessoais dos primeiros desbravadores do Pantanal e do Marechal Cândido Maria da Silva Rondon. O prédio de arquitetura francesa construído em 1922 para abrigar um grupo escolar foi restaurado para dar espaço, além do museu, há duas bibliotecas.

 

Ladeira Cunha e Cruz - Conhecida também como "Ladeira da Candelária" é um dos principais acessos ao Porto Geral e ao rio Paraguai. Seu nome é uma homenagem a um capitão da tropa brasileira que derrotou os paraguaios. No local travou-se a sangrenta batalha de 13 de junho de 1867. Uma Segunda ladeira, José Bonifácio construída em 1922 também liga o centro da cidade ao porto.

 

Escadinha da Quinze - Seus 126 degraus dão acesso da parte alta da cidade ao Porto Geral. Construída em 1923 foi restaurada pela Prefeitura. Situada no cruzamento da Avenida General Rondon com a Quinze de Novembro proporciona uma vista inesquecível do rio Paraguai e do Pantanal.

 

Praça da Independência - Antigo zoológico da cidade, apenas outras três praças (duas no Brasil e uma na Alemanha) têm o seu estilo arquitetônico. Possui um coreto em forma octogonal importado da Alemanha, de onde veio também o mosaico do calçamento da parte externa. As quatro esculturas que representam as estações do ano foram esculpidas na Itália em Pizza e doadas pôr um conde italiano que veio caçar no Pantanal. As plantas nativas da região, como o carandá, a bocaiúva e o ipê-roxo, integram a diversificada arborização. Os corumbaenses reverenciam na praça os heróis da Guerra do Paraguai e da 2ª Guerra Mundial. A Praça foi inaugurada em 1917. >> Fotos Praça da Independência

 

Casario do Porto - Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1992, o cartão postal da cidade ainda guarda vestígios de um período de grande prosperidade. Os prédios abrigavam grandes empórios, 25 agências bancárias internacionais, curtumes e a primeira fábrica de gelo do Brasil. O prédio !Wanderley, Baís&Cia", construído em 1876 é um dos mais belos do porto, no local funciona hoje a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Turismo e a Fundação de Cultura do Pantanal.

 

Outro casarão de igual valor arquitetônico é a casa Vasquez & Filhos, construída em 1909 pelo arquiteto italiano Martino Santa Lucci.

O casario que fica no Porto geral é um dos principais pontos turísticos da cidade. Em 1814, foi o 3º maior Porto da América Latina. Desembarcavam de transatlânticos com mercadorias para compra e venda da Europa para o Brasil.

 

Forte Junqueira - Construído em 1871 logo após a Guerra do Paraguai, está localizado numa área privilegiada de onde se avista o Pantanal. Os doze canhões fabricados na Inglaterra nunca foram usados. As paredes são de calcário e tem meio metro de espessura. O Forte que está situado hoje dentro do Quartel do 17º Batalhão de Caçadores tem esse nome em homenagem a José Oliveira Junqueira, Ministro da guerra na época de sua construção.

 

Estrada Parque - Pode se ver ao longo dos seus 120 Km e 87 pontes de madeira aves, mamíferos e jacarés. Na Estrada Parque se encontra o Porto da Manga que se destaca pela mostra maravilhosa da flora dos ipês, das bocaiúvas e animais vivendo em perfeito entrosamento.

 

Ladário - A cidade que faz divisa com Corumbá tem cerca de 15 mil habitantes e abriga a maior base fluvial da América Latina. O portal de entrada do 6º Distrito Naval da Marinha foi instalado em 1872 e é chamado o Arco do Triunfo do Pantanal.

 

Cristo Rei do Pantanal - A imagem de 12 metros de altura do Cristo Rei do Pantanal, localizada no alto do morro do Cruzeiro.

Via Crucis - A Via Sacra que mostram o caminho do calvário vivido por Jesus Cristo, desde a condenação por Pôncio Pilatos até a morte na cruz, são representadas pelas 14 estações da Via Crucis em forma de 72 estátuas colocadas ao logo da subida do morro do Cruzeiro. As 14 Estações retratam a Paixão e Morte de Cristo. O Cristo Rei e a Via Sacra foram produzidos pela artista plástica Izulina Xavier

CALENDÁRIO

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Endereço: Rua Gabriel Vandoni de Barros, 01

Telefone: (67) 3234-3463 / 3234-3461 / 3234-3531

 

FUNDA??O DE CULTURA DE CORUMBÁ

Endereço: Rua República da Bolívia, 119 ?? Casa de Cultura Luiz de Albuquerque

Telefone: (67) 3231-5757

 

FUNDA??O DE TURISMO DO PANTANAL

Endereço: Rua Domingos Sahib, 570 - CEP: 79301-120 - Porto Geral - Corumbá - MS

Telefone: (67) 3231-2886, (67) 3232-5491 e (67) 3232-7139

 

FUNDA??O DE MEIO AMBIENTE DO PANTANAL

Endereço: Rua 13 de junho, 457

Telefone: (67) 3907-5342

 

FUNDA??O DE ESPORTES DE CORUMBÁ

Endereço: Rua Porto Carreiro, s/n

Telefone: (67) 3231/6638 / 3232-7652

 

GUARDA MUNICIPAL

Endereço: Parque Marina Gatáss ?? rodovia Ramon Gomez

Telefone: (67) 3231-9022

 

GER?NCIA DE A??ES DE DEFESA CIVIL

Endereço: Rua Cuiabá, 1333

Telefone: (67) 3232-8348 / 199

 

SUPERINTEND?NCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMA??O

Endereço: Rua Gabriel Vandoni de Barros, 01

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GER?NCIA DE PROTE??O E DEFESA DO CONSUMIDOR

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AG?NCIA MUNICIPAL DE TR?NSITO E TRANSPORTE (AGETRAT)

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FOTOS

VÍDEO


Assista o video e conheça um pouco mais de CORUMBÁ

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